ADIAMENTO DO XVII COLÓQUIO IBÉRICO DE GEOGRAFIA – SALAMANCA – 4 a 6 DE JULHO DE 2022

Caro(a)s colegas:

O objetivo desta comunicação é informar sobre as decisões da comissão organizador do XVII Colóquio Ibérico de Geografia. Esta Comissão decidiu adiar o colóquio para o ano de 2022 devido à incerteza da situação de saúde, até o final de 2020, e ao fato de que durante o ano de 2021 se irão realizar em Espanha e em Portugal os congressos nacionais da AGE e da APG, bem como a X Conferência Internacional de Geomorfologia da Associação Internacional de Geomorfologistas (IAG).

Assim, o colóquio irá realizar-se em Salamanca, de 4 a 6 de julho, de 2022. A Comissão entrará em contato, a partir do próximo ano, com todos os colegas já inscritos, para informar sobre os eixos e os temas, bem como sobre os novos prazos para o envio de comunicações. Da mesma forma, a Comissão irá, muito em breve, enviar uma proposta para a edição das comunicações que já foram recebidas.

Para manter o espírito de colaboração entre as duas organizações da Geografia Ibérica, será realizado em janeiro de 2021 um Encontro Ibérico de Geografia, com transmissão online, para todos os inscritos no colóquio, bem como para todos os membros. As informações sobre este evento serão divulgadas nos próximos meses.

Esperando que esta informação seja do seu interesse e que possamos contar com a sua participação no Colóquio de 2022, apresentamos os nossos melhores cumprimentos

A Comissão organizadora

Responsáveis: María Jesús Bajo Bajo (U. Salamanca), Isaac Buzo Sánchez (AGE) y Herculano Cachinho (APG)

O ensino da Geografia desempenha um papel muito importante no conhecimento dos territórios, dos seus povos e no desenvolvimento das competências e atitudes necessárias à sua intervenção. A aprendizagem da Geografia é complexa e ainda mais se os alunos não têm os conhecimentos prévios necessários para a sua correcta aprendizagem e transmissão. É necessário compreender como a diversidade dos diferentes povos e países da Península Ibérica marcou a sua identidade geográfica e histórica.

A situação atual torna necessário rever a função da escola e como ela, no âmbito da educação formal, pode transformar a aprendizagem da geografia em conhecimento significativo para os alunos, seja porque está perto de sua vida, ou porque os ensina a respeitá-la, preservá-la e agir sobre ela. Isto não será possível sem uma boa formação de professores em geral, mas mais especificamente a formação inicial de professores especializados em geografia, uma vez que eles têm parte da responsabilidade de alcançar uma boa formação geográfica dos futuros professores (Infantil, Primário, Secundário e mesmo Universitário).

Algumas linhas de reflexão e debate:

  • Relações entre disciplina e profissão: aplicação profissional e docente. Noções de espaço e tempo. Cultura, identidade e sociedade. Geografia nos currículos e numa nova política educativa. Conteúdos para um currículo inovador. O método didático: das ideias anteriores e representações sociais à avaliação.
  • Novas abordagens e fontes de informação para a geografia. Aprendizagem baseada em problemas e em projetos. Ensino mediado por plataformas digitais (e-learning e blending learning). Aprendizagem focada no desenvolvimento de competências. Sistemas de informação geográfica. Google Earth. Trabalho de campo ancorado na coleta de informações e levantamento de hipóteses.
  • A Cartografia como ferramenta para explicar o Território. Cartografia em currículos secundários e currículos universitários. Cartografia em livros didáticos. Cartografia digital e analógica. Aprendizagem com Tecnologias de Informação Geográfica (GIT). Cartografia colaborativa para aprender o território em conjunto.

Organiza

Colabora